Cadeiras da minha escola
Tenho medo de nelas sentar
Alguém atrás de mim está na minha cola
Pensando com a caneta em me matar
Assim talvez melhorasse a emoção
Não me lembro a última vez em que pude sorrir
No meio dessa populosa solidão
Criando no meu corpo, feridas
Chamando tal mulher no espelho de querida
Porque toda dor é refletida na minha emoção
Oh Deus! Por que a caneta está na minha mão?

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